[...]Ando pensando em viaja...
S:-Porque?
J:-Não sei onde ir.
S:-Não entendo. Por que ir viajar se não sabe onde ir.
J:-Acho que devo assim vou saber onde ir ...ou onde estar.
S:- Quando?
J:- Não sei.
[...Faz tempo que não sei, se devo ir á algum lugar,fazer faculdade, tirar habilitação, ir á academia; não sei o que fazer ao acordar. Claro que tenho um problema e como as pessoas tentei resolver, não adiantar pensar que , ela devia ir a igreja, um pisicologo, a familia devia guiar ou qualquer outra coisa já pensanda.
Vamos lá seja franco com você mesmo. Quem é que sabe onde deve ir, mal se sabe voltar.]
J:- Deve ter alguma resposta...
S:- Hey! Tá falando sozinha de novo.
J:-Não falo sozinha, falo para eu.
S:- Tá ficando maluca.
J:- E quem é o normal? Você? As pessoas que passam essa avenida todos os dias?
Eu não sei.... e você também não sabe.
S:-Não..
[..Era assim que se senti quando não sabe, as perguntas veêm, as vezes se tem a resposta outra não se tem nem a pergunta apenas lembranças do que se viveu, as que inventamos ter vivido e as que queriamos viver. Viver sempre é a questão.]
J- Eu disse o que quero ao menos fazer, não importa se eu sei ou deixo de saber já passamos esta etapa há muito tempo. Porque então simplesmente não se faz o que pensa, uma vez!
S:- Não é tão facil para os outro como é pra você.
J:- Não é questão de facil ou dificil, mas sim de fazer algo por você para você.
[..ela não tava entendo nada. Usamos sapato quando queriamos estar de tenis, mas é regra do trabalho, uma regra que não é minha. Se analisar vai se achar maluco ao perceber o que realmete faz por você e não para um outro alguém. Somos tão autuistra manipulado que nem percebemos ser, no final todos são bons até no mal que se faz.]
J:- Deixa pra lá... não vou saber te explicar.
S:-E eu entender...
Foi assim que a conversa acabou com três pontinhos e todo aquele dialago e pensamento, eu acho e ela acha, mas ninguém sabe o que cada uma pensa.
E “porra”! Quem é que sabe?
Uma conversa sem fim, humanos nunca dormem, não conhece o silencio da propria morada, tudo é tão superficial que me estressa só de questinar a minha razão.
Espero um dia uma hora sei lá, qualquer momento, para que uma parte de mim tenha a ceteza. Sim porque já desisti de uma parte então invisto a esperança em outra...
Quando tiver um momento como este na vida não acredite se alguém te dizer;-vai ficar tudo bem. Só acredite se você dizer.
Meu jardim não morreu, por que não existia.
Conheci pessoa que hoje chamo de idiotas, tomei vinho sozinha, fumei olhando a represa sozinha ..outra vezes na presença de uma amiga, contei mentiras pra me ver feliz, não acreditei nelas.... Pensei que morreria antes dos 20 anos, que teria uma vida parecida com a das outras pessoas, no fundo todos querem ser semelhates, não sei o porque disso mas meio que se acaba tento um espelho sobre o que deveria ser...e quando isso não acontece você percebe que todos tinham um espelho menos você.
Eu tentei, ser a mulher que eu queria ver passando na rua, á que tem filhos e um marido no qual ama, tentei o padrão do que fazer ao estar vivo. Mas nada disso deu os resultados que se deveria ter, não fiquei feliz para sempre. Meu espelho quebrou.
Então o que fazer? Como sentir?
Não falo do amor, a matriz de toda existencia. Não sei falar sobre isso, falo da estranha sensação que é não sentir nada.
Vamos falar sobre o nada. Acho que é o que se chamaria de outro lado da moeda, sendo bem radical não existe meio termo, ou se senti algo ou não. Como alguém consegue meio” sentir?
É idiota.