Então ele disse:- Sempre.
Um asteroide de passados que talvez nunca se foi; era assim que me sentia, como naquelas noites em que se imagina onde estaria se houvesse um lugar á estar.
[...]-Eu quero a abscissa sublinhada no olhar. [...]
O foco no tempo e a certeza da morte torna a morte em vida e isso se segue até não mais saber, e não se sabe. A distância era remoída até não haver necessidade de digerir, nada era definido exceto aquele olhar. ’
A: - Quero fogo. Assim; espalhando-se na casa, deixando quente tudo que não é capaz de se aquecer. Quero me sentir como um coração que ama.
B:- Você morreria queimando.
A: - Engano seu.
B: - Não! Você morreria se não por fogo por fumaça.
A: - A fumaça me levaria á sonhos, manipulando meu ponto fraco.
B: - E o fogo?
A:- Aqueceria a alma.
Ilógico a toda química as respostas se faziam logicas, era distinto que nada se aproximava da igualdade humana em se manipular entre outros desejos.
B:- Porque está aqui?
A:- É um lugar á se estar, não?
A:- ... Então estou, mais um que leva.
B:- Significa que...
A:- ...Estamos.
Tem o calor do verão que se refresca na praia e deixa o sal na pele. E há a diferença entre um nós, que se divide em ser, em estar... A sós.