[...] E mesmo sendo chamada de linda. E como ela estava linda,
cada dia mais radiante, com os lábios vermelhos e uma pele tão suave que
parecia ser irreal.
E mesmo no auge da sua metamorfose, esta triste. Numa dor
imaculada, venerada, cultivando a cada dia.
Se recusando á se esquecer daquele curto momento, no qual
julgava como o auto preço da vida. Um devaneio na velha estrada.